10.5.08
O esvaziamento é tão frustrante, é mais doloroso que o sofrimento em si. A solidão e o vazio são o que deixam o ser mais empobrecido, mais sem rumo. Vamos tomar um chopp? Vamos sair pra dançar? E o sentimento é qual? Indiferença. Tanto faz estar lá ou cá, fazer algo ou deitar e olhar pro teto. É como comida sem sal, você come, não morre de fome mas não sente gosto nenhum. A vida é tão saborosa, tão colorida. Mas os perfumes e cores andam pálidos. Não há música, não há som. Sou uma astronauta perdida no espaço. Ouço apenas o silêncio profundo e um horizonte sem fim, sem um ponto de referência. Preciso cortar o cordão que me prende ao passado, me deixar voar em direção a outros planetas, ver outros mundos, pisar em outras terras, provar novos sabores... Mas e o medo? O que me prende é o que me faz sofrer mas é onde, de alguma maneira, me sinto segura. Eu procuro dizer que eu respeito muito (às vezes até demais) minhas vontades. Mas é claro que nada pode ser indefinido. Vou respeitar meu luto, porém, em breve vou saltar pro outro lado do abismo. Eu que nunca tive medo de esborrachar de cara no chão, não vai ser agora que vou me acovardar e me deixar ficar pra trás. Tenho fé em Deus, mas preciso ter mais fé ainda em mim mesma. E a vida segue... Ela não deixa de seguir nunca!
posted by Sapho at 17:23
8.5.08
Um dos mais belos poemas de Vinícius... Diz tudo, tudo!
Ausência
(Vinícius de Moraes)
"Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como uma nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos portos silenciosos
Mas eu te possuirei mais que ninguém porque poderei partir
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada."
posted by Sapho at 22:07
6.5.08
Resolvi fazer uma visita aos meus posts antigos. Mais especificamente os de 2 anos atrás. Minha vida mudou muito desde então. Vivi os 2 melhores anos da minha vida, intensa e inteiramente. Mergulhei fundo em tudo e foram os momentos mais maravilhosos. Agora uma nova mudança se apresenta e minha vida vai mudar de novo (já mudou). Todo o sabor das conquistas, compartilhadas com alegria e entusiasmo, de agora em diante serão solitárias. Meu caminho não é mais conjunto e terei que reaprender a caminhar sozinha. Na verdade eu nunca deveria ter me esquecido de como é isso. O grande erro cometido é o abandono de si mesma e a doação completa à outra pessoa. Agora o que resta é o vazio de não se saber mais quem se é. De ver o outro partindo e sentir que levou parte de si e o que restou foi só um pedaço. Mas o que me dói mais foi ter abandonado a escrita, deixado esse espaço tão às moscas. E, voltando à primeira frase do post, relendo as coisas que escrevi há 2 anos atrás, percebo que era bom o que eu escrevia (quanta modéstia!). E a falta que eu sinto de mim mesma, talvez possa ser explicada por atitudes como essa. Quem sabe eu me reencontre novamente ao longo de novas palavras, novas linhas digitadas...
posted by Sapho at 00:02
2.4.08
Tsc... Tá difícil manter uma freqüência de posts... Minha vida tá de cabeça prá baixo (de novo)... Mas já tô começando a me acostumar a andar de ponta-cabeça... rsrsrs...
Mas peço aos meus dois leitores um pouquinho mais de paciência... Esse blog já esteve em vias de ser exterminado e sobreviveu, portanto, as coisas vão voltar ao normal.
Bom, queria comentar sobre o que tá todo mundo comentando... Não quero ficar de fora e, convenhamos, se você não é um dos meus dois leitores, muito provavelmente chegou googlando e (oba!) aumentou o número de visitas.
Mas vamos lá! Queria falar sobre a Mallu Magalhães... Se você ainda não sabe de quem estou falando, muito provavelmente em pouco tempo saberá. De qualquer maneira, segue o
link para a página dela.
A voz, as composições, a maneira de cantar, tudo impressiona, principalmente pelo fato de ser só uma criança, e isso dá pra notar quando ela dá entrevistas... Mas quando ela pega no violão e começa a cantar, você esquece completamente disso e vê ali só o incrível talento que essa garota tem. Realmente estou impressionada e espero que ela ainda cresça muito como artista, como pessoa e não se deixe engolir pela mídia, já que ela tem sofrido muita exposição e muita gente já critica e a trata como se fosse uma grande estrela. Espero que ela tenha muito cuidado com isso. É como no futebol, quando um garoto das divisões de base é tratado como uma jóia, um grande craque e quando chega no time principal não atende às expectativas. Acaba “estragado” depois de tanta babação. Vou ficar torcendo pra ela não se deixar levar por isso e continue criando e se desenvolvendo cada vez mais. Muita coisa boa ainda vai vir dessa menina! Podem esperar!
posted by Sapho at 12:02
24.2.08
Artigo interessante que transcrevo abaixo:
A Única solução é o confronto direto
da FOLHA DE S.PAULO de 22/02/08:
BARBARA GANCIA
"Por que a camiseta "100% negro" é aceita, enquanto a camiseta "100% branco" é considerada racismo?" O MUNDO SE divide entre os que aplaudem o pensamento politicamente correto e os que zombam dessa forma de tirania velada movida a eufemismos e que se esconde sob o véu da boa intenção.
Há coisa de dez anos, o parágrafo acima ainda fazia sentido e encampava, de um lado e de outro, as mais diversas correntes de pensamento.
Acontece que, hoje, a coisa embolou de vez e até as relações interpessoais ficaram mais complicadas.
Quem diria que a luta pela preservação do ambiente, por exemplo, uma bandeira que antes reunia todas as pessoas esclarecidas de um lado só, fosse gerar tamanhos desentendimentos? Não somos todos favoráveis a um planeta sem poluição? O que estar á acontecendo?
Ontem, os jornais informaram que um jovem de Pontal, cidade do interior de São Paulo, foi multado pela Secretaria de Justiça do Estado por xingar um homossexual assumido de "veado". Eu pergunto: um sujeito que se assume como gordo, estrábico ou careca tem o direito de ir reclamar na Justiça ao ser chamado de gordo, estrábico ou careca? Não terá o pensamento politicamente correto passado dos limites?
Na semana passada, um grupo de jovens torcedores do bicampeão mundial Fernando Alonso resolveu debochar do principal adversário do piloto. Fantasiados com perucas de boneca de pano e com os rostos e braços pintados de negro à la Al Jolson, os jovens compareceram ao circuito de Jerez de La Frontera, onde a F-1 realizava testes, trajando camisetas inscritas com a frase "Família de Lewis Hamilton". A brincadeira por pouco não causou um incidente diplomático entre a Espanha e a Inglaterra e acabou forçando a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) a emitir um comunicado afirmando que o racismo não será tolerado nas pistas.
Identificados, os autores da pilhéria declararam não ser racistas e alegaram que só estavam aproveitando o Carnaval para zombar do pai de Hamilton, que acompanha o filho em todas as corridas. Eu pergunto: será que vai chegar o dia em que o politicamente correto nos impedirá de dar risada?
Bem, como fui eu mesma que perguntei, ofereço a minha modestíssima opinião: o politicamente correto não tem nada a ver com nenhuma das duas questões. No caso do senhor ofendido em Pontal, a cidade tem um histórico de intolerância contra gays e a vítima só venceu a causa por contar com o testemunho dos policiais que o atenderam na cena do crime. E gordos, estrábicos e carecas, que eu saiba, não são perseguidos e mortos por intolerantes. No caso de Lewis Hamilton, o piloto minimizou o acontecido dizendo que não se sentira atingido, mas em um país como a Espanha, em que torcidas jogam bananas no campo para intimidar jogadores de futebol de pele morena, não é possível dizer que tudo não passou de brincadeira inocente. Não era a cor da pele de Lewis o alvo do chiste?
Vira e mexe, recebo alguma carta endereçada à coluna "Barbara Responde", que mantenho na "Revista da Folha", com a pergunta: "Por que a camiseta "100% negro" pode e a camiseta "100% branco" é considerada racismo?". O simples fato de essa pergunta ainda estar na moda, do alto da sua ignorância, já explica a razão pela qual a intolerância deve ser encarada na base do confronto direto e combatida com o rigor da lei."
Esperando que as coisas nesse país mudem...
posted by Sapho at 09:53
23.2.08
Depois de 6 meses no apê novo, finalmente acabei com as caixas que ainda haviam pelos caminhos... Não agüentava mais morar numa casa que parecia que eu estava a postos pra me mudar a qualquer momento de novo. Coloquei uns quadrinhos na parede... E minha casa, mesmo solitária, está parecendo mais com um lar.
posted by Sapho at 22:26
20.2.08
Suspensa, a vida. Corda bamba. E tem uma pergunta que não me sai da cabeça: por que topei aceitar tanta insegurança? Achei que poderia ser forte em dobro e só olhei pra fora, só cuidei do outro, porque era a parte mais frágil. Só que eu não sou tão forte assim... Dei muito e não recebi tanto. Mereço mais, quero mais...
Faltam 4 dias... Veremos o quanto minha vida vai mudar.
Eu não paro
(Ana Carolina)
"Quando eu vou parar e olhar pra mim?
Ficar de fora
E olhar por dentro
Se eu não consigo
Organizar minhas idéias
Se eu não posso
Se eu esqueço de mim?
Eu pensei que fosse forte
Mas eu não sou
Quando eu vou parar pra ser feliz?
Que hora?
Se não dá tempo
Se eu não me encontro
Nos lugares onde eu ando
Nem me conheço
Viro o avesso de mim
Se eu não sei o que é sonhar
Faz tanto tempo
Tanto mar
E o meu lugar
É aqui!
Uma rua atravessada em meu caminho
Nos meus olhos
Mil faróis
Preciso aprender a andar sozinho
Pra ouvir minha própria voz
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim?
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim?
Quando eu vou parar pra ser feliz?
Que hora?
Se não dá tempo
Se eu não me encontro
Nos lugares onde eu ando
Nem me conheço
Viro o avesso de mim
Uma rua atravessada em meu caminho
Nos meus olhos
Mil faróis
Preciso aprender a andar sozinho
Pra ouvir minha própria voz
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim?
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim?"
posted by Sapho at 12:21
17.2.08
Além dos motivos corriqueiros pelos quais as pessoas deixam de escrever em seus blogs, um dos principais que me fez parar por tanto tempo é um motivo bastante particular: eu estava feliz. Muito! E agora, posso dizer que, além de encher os ouvidos de todos que têm paciência de me escutar falando sobre o mesmo assunto, a única maneira de aliviar a dor é escrever. A cada vez sinto que um peso saiu dos meus ombros. Pena que é um momento tão fugaz... Confesso que não tenho sido fiel e mantenho, paralelo a este blog, um outro onde posso ser mais explícita, mais crua, com menos censuras. De qualquer maneira, escrever em ambos me faz muito bem.
E agora, em pleno sábado, vou me deitar, com a cabeça fervendo, mas um pouco menos angustiada só pelo fato de ter parado e escrito algumas linhas. Linhas essas que espero ajudem a me conduzir a um caminho menos acidentado, mais suave.
posted by Sapho at 02:50
29.1.08
"Eu queria ver no escuro do mundo
Aonde está o que você quer
Pra me transformar no que te agrada
No que me faça ver
Quais são as cores e as coisas pra te prender?
Eu tive um sonho ruim e acordei chorando
Por isso eu te liguei
Será que você ainda pensa em mim
Será que você ainda pensa?
Às vezes te odeio por quase um segundo
Depois te amo mais
Teus pêlos, teu rosto, teu gosto,
Tudo que não me deixa em paz
Quais são as cores e as coisas pra te prender?
Eu tive um sonho ruim e acordei chorando
Por isso eu te liguei
Será que você ainda pensa em mim
Será que você ainda pensa?"
posted by Sapho at 23:19
26.1.08
O que é ter uma vida "normal"? Por que é tão importante para a sociedade que as pessoas se encaixem em determinados estereótipos e até que ponto esse desejo social afeta nossos próprios desejos? Para quê tanta repressão? Não seria mais importante que todos fossem felizes, se sentissem realizados e plenos? O que rola por aí é muita neura, muita coisa dizendo não, não e não. Por quanto tempo vou continuar aceitando viver nas sombras, entubando um sofrimento que não é meu? Estou realmente cansada. Eu tenho um pensamento muito claro de que a minha felicidade não diz respeito a mais ninguém a não ser a mim mesma. Se o jeito que eu sou, se a maneira como sou feliz incomoda alguém, eu sinto muito, mas não vou deixar de viver por isso. Eu não tenho esse nível de preocupação com o outro, até porque minha felicidade não prejudica ninguém, não desrespeita ninguém e me preocupar tanto assim com o que os outros pensam só faz mal a uma pessoa: a mim mesma.
Mas eu sei que é difícil bancar a felicidade, bancar a realização dos próprios desejos. Ainda mais no nosso caso. Cada pessoa tem uma história de vida mas há algo que é comum a todo mundo, que é a sociedade e as formas com que ela controla as pessoas. O que diferencia é a maneira que cada um lida com isso. Sociedade de consumo, propagandas, filmes, fotos, shoppings, namorados, pais e mães e seus filhos, aquela felicidade toda aparente, você fica achando que eles vão para casa e vai ser aquela alegria de comercial de margarina. Será mesmo? Acho que não importa, sempre há algo de errado. E não vai ser simplesmente vivendo uma vida "normal" que os problemas serão menores. Desconfio que seria muito ao contrário, se negando a viver e realizar os desejos. Mas eu simplesmente não consigo encontrar em lugar algum dentro de mim alguma coisa que me diga que estou errada, estou "pecando" (coloco entre aspas porque não acredito que exista pecado). E agora estou aqui, vivendo um sofrimento que não é meu, ou melhor, que não precisava ser meu, mas que assumi como sendo. Será que eu mereço que minha vida fique em suspenso por um mês? Será que as coisas vão mudar para melhor? Eu sei que os caminhos que a vida toma são sempre misteriosos e que não temos como prever o que pode acontecer, ainda mais numa situação de crise em que o futuro parece sempre sombrio. Só que eu sei que de uma forma ou de outra tudo vai dar certo. Só me pergunto se seria realmente necessário tudo isso...
posted by Sapho at 11:46
23.12.07
Tenho medo de cair, mas me jogo.
Tenho medo de perder, mas arrisco.
Tenho medo de errar, mas eu tento.
Tenho medo da resposta, mas pergunto.
Tenho medo de sofrer, mas choro.
Tenho medo de amar, mesmo assim me apaixono.
posted by Sapho at 13:42
20.9.07
Como dá pra ver, tá difícil arrumar tempo pra escrever...
Acabei de ler um livro e geralmente sempre que estou lendo, me dá vontade de escrever, fico me sentindo inspirada. Esse livro em particular é a obra de estréia da Fernanda Young. Dá pra sentir que é mesmo um primeiro livro. Dá pra sentir uma urgência em dizer as coisas, uma certa inocência no jeito de escrever, mas isso também aproxima o leitor. Fica a impressão de que poderia ser escrito por qualquer pessoa. Mas o que eu queria mesmo dizer é que me identifiquei bastante com a personagem principal. Não como estou hoje, mas como eu era há uns 2 ou 3 anos atrás. A personagem é uma mulher de seus 20 e poucos anos (tá... há 2 ou 3 anos atrás eu tinha 20 e tantos...), cursando a faculdade, mas que não tem a menor idéia do que está fazendo na vida. Se sente talentosa, mas não consegue transformar isso em nada de concreto. Enfim, uma pessoa perdida e sem perspectivas. Ainda bem que o mundo dá voltas e sempre é possível encontrar um novo caminho!
posted by Sapho at 22:43
17.8.07
Caraca!!! Quase um ano sem atualizar... Será que alguém ainda vem aqui? De qualquer maneira, hoje, como é meu aniversário, resolvi dar uma passadinha aqui pra recuperar um pouco de mim mesma... Ultimamente tem me dado vontade de escrever aqui... Afinal de contas esse é um cantinho que eu construí com tanto carinho, que me acompanhou em tantos momentos... Depois, eu sempre pensei que não seria justo deixar de escrever sem dar um final decente, um final que merecesse ser chamado de "o fim". Então pensei... Se não escrevi que era o fim, se não me despedi definitivamente é porque talvez não fosse o fim de fato. Sei lá...
Bom, fato é que meu tempo é mil vezes menor do que o que eu tinha quando atualizava praticamente todos os dias, meu saco, idem. Portanto, talvez eu volte a escrever amanhã, talvez depois, ou talvez não, nada garantido! Antes fazia do ato de escrever um exercício que procurava praticar quase todos os dias. Hoje, não tenho mais essa disposição e tempo. Mas o gosto pela escrita não sumiu, como vocês podem ver... Afinal, precisei de quase 10 linhas pra dizer: tô de volta! (eu acho...)
posted by Sapho at 00:45
13.10.06
Como havia dito, passei no concurso do INPI e, surpreendentemente, fui chamada esse ano. Após alguma burocracia, essa semana tomei posse e comecei a trabalhar. Só mesmo quem ficou como eu, precisando arrumar um emprego, pode concordar comigo que a melhor sensação do mundo é se sentir produtiva novamente. Nem estou me importando de estar aqui hoje, no meio do feriadão, trabalhando (quer dizer, exatamente agora não estou trabalhando porque estou escrevendo aqui... hehehehe...). Aliás, acho que minha freqüência escrevendo no blog e comentando nos blogs amigos vai voltar ao normal porque dá pra acessar daqui. Só que eu ainda não tenho nada, computador, senha, nada. Então, por enquanto tenho que usar as máquinas dos outros. Mas é isso... Feliz da vida, cheia de planos e esperanças. De fato, vida nova!!
posted by Sapho at 10:17
5.10.06
Parabéns aos flamenguistas! Não sou eu quem diz isso, o próprio hino deles dá um testemunho claro de que eles não são muito chegados em sexo ou em outros prazeres da vida, já que "é meu maior prazer vê-lo brilhar". Então, já que o maior prazer deles é esse, é em momentos como o de ontem que eles devem realmente se sentir realizados. Então, deixem os coitadinhos sentirem prazer de vez em quando né? (Só não precisava ser de tanto, e logo de quatro, pô!!! Assim você me mata, fluzão! hehehehehehehe)
posted by Sapho at 13:56